A gente não tenta retratar a beleza, o extraordinário, o exótico. A gente retrata o mais natural dos nossos olhos, é sensível porque cresceu com a gente.
Não é mais desconstrução, é reconstrução. É memória. Não tem olhar de curiosidade, e sim de familiaridade. É espelho.

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We don't try to portray the beauty, the extraordinary, the exotic. We portray the most natural of our eyes, it is sensitive because it grew with us.
It is no longer deconstruction, it is reconstruction. It's memory. There is no curiosity look, but familiarity. It's a mirror.